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ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
 

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HIERARCHICAL PUNISHMENT/ FORBIDDEN IDEAS.../AGATHOCLES - 3 Ways to Destroy the World


HIERARCHICAL PUNISHMENT/ FORBIDDEN IDEAS.../AGATHOCLES
“3 Ways to Destroy the World”
Violent – Nac.


O título para esse 3 way Split não poderia ter sido mais bem escolhido, afinal são três bandas destruidoras que fazem parte do mesmo. Os trabalhos são abertos pela santista Hierachircal Punishment, que desfere doze violentos petardos em forma de música. A banda faz uma brutal mescla entre o Hardcore e o Grindcore, tocado de forma feroz, mas, também, flertando com o Death Metal, nos momentos de lucidez, como em “Suffocating Life”, que traz passagens mais cadenciadas, com andamentos densos e pesados, assim como em “Purchase or Die” e até mesmo em “Nuclear War”, que na verdade é uma música do Nuclear Assault (do álbum ("Game Over") e que contou com uma nova roupagem nesse lançamento. Nota-se que a sincronia entre as guitarras está perfeita, mérito para Leão Gazzano e para o falecido Halysson Rodrigo, que fez parte da gravação das músicas do Hierarchial Punishment, contidas nesse trabalho. Tais gravações foram feitas em 2005, e pode-se dizer que estão num bom nível sonoro, mantendo a sujeira típica do estilo, porém nos deixando ouvir, com clareza, toda a parte instrumental da banda, que é complementada por Luiz Carlos (vocal), Diaz (baixo) e Grell (bateria), além do atual guitarrista Décio Andolini. A banda seguinte é o Forbidden Ideas..., que apresenta onze músicas gravadas em 2006. Comparada a gravação da banda anterior, a gravação das músicas do Forbidden Ideas... não é das melhores, tendo ficado um pouco baixa e abafada. Felizmente esse fator em nada atrapalhou a apresentação dos sons, já que, mesmo soando abafada e baixa, a gravação deixou o instrumental bem audível. A sonoridade não tem uma mudança brusca, já que fica entre o Grind e o Hardcore, com ênfase maior no primeiro estilo. Temas como “I Hope You Fucking Die!”, “Forbidden Ideas” e “Human Being”, destroem tudo que vem pela frente. Diego Parmito (vocal), Fernanda Czarnobai (baixo), Cláudio Czarnobai (guitarra) e João “Ogro” Maurício (bateria) decidiram por apresentar músicas que não deixassem qualquer coisa em pé, tamanha a voracidade. Não há momentos para andamentos bonitinhos ou coisas mais trabalhadas (não dizendo que os músicos não saibam o que estão fazendo), apenas pancadaria, sem dó, sem pudor. E para não dizer que só falei em pancadaria, o momento de maior lucidez se dar em “De Vermiis Mysteriis”, com interessantes riffs de guitarras e andamento mais denso. Destaque para a hipnótica “Suicide Again”. Para fechar a destruição sonora, nada mais, nada menos, que a lenda do Mincecore mundial: a belga Agathocles, que dispensa qualquer tipo de apresentação, já que é uma banda bastante conhecida no meio Underground brutal. Músicas curtas, violentas, devastadoras e de alto poder destrutivo. Não há, sequer, chance para se respirar ao se colocar para tocar esporros sonoros como “Arbeit Macht Krank”, “Contradiction”, “O.S.L.” ou “Blig Flat Cages 31”. Simplesmente espantosa a forma como Nils (bateria e vocal), Jan (guitarra e vocal) e Tony (baixo), executam as músicas (!!!). Mincecore, termo que a própria banda criou, é o que define a sonoridade dessa banda, que está um patamar acima (em termos de violência e velocidade) do Grindcore. A gravação, que está num bom nível, suja e voraz, como o som do Agathocles pede, foi feita em 2007, para o Programa de TV brasileiro Rock Forever, quando a banda estava fazendo uma tour pelo Brasil, Peru, Chile e Argentina. Vale mencionar que Tony não mais faz parte da banda, haja  vista que o mesmo faleceu em 2008, e foi substituído pelo baixista Bram, sendo o lançamento dessas músicas uma espécie de homenagem ao citado Tony. O encarte, que traz uma capa repleta de recortes, vem simples, mas trazendo fotos das bandas, bem como informações sobre formação de cada banda, bem como endereços para contatos. Enfim, a banda que for sua preferida, nesse material, certamente te levará a um caminho de destruição sonora.

Site: www.myspace.com/violentrecs
E-mail: violentrecs@yahoo.com.br

Resenha por Valterlir Mendes
 
 
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